
23 de setembro de 2009

15 de julho de 2009
30 de junho de 2009
18 de junho de 2009
CD: Walking On A Dream (2008) - Empire Of The Sun
Com uma proposta musical e visual absolutamente oitentista, o duo synth-pop australiano Empire Of The Sun usa e abusa de referências culturais à chamada "década perdida", que vão desde o nome da banda, tirado do título de um livro de J. G. Ballard filmado por Steven Spielberg nos anos 80, até às roupas e maquiagens usadas pelos integrantes Luke Steele (do The Sleepy Jackson) e Nick Littlemore (do Pnau) que remetem ao look andrógino adotado por Adam Ant no início dos anos 80.A capa do disco de estreia dos caras, Walking On A Dream, lançado em 2008, também lembra um poster de filme de ficção científica, no estilo do da série Guerra nas Estrelas. Mas, com certeza, a mais forte influência pop nota-se no som do Empire Of The Sun. É como se houvesse uma cruza entre o MGMT (banda irmã desta) e a música produzida por grupos eletrônicos do começo dos 80, (OMD, Alphaville, Japan) tudo somado a um visual que A Floc of Seagulls ou a turma do Culture Club ficariam muito à vontade usando.
Mas nada melhor do que conferir pessoalmente a proposta dos caras:
31 de maio de 2009
O mundo pop e a caretice
O sucesso dos Jonas Brothers só me faz pensar no recrudescimento da caretice no mundo pop atual.,
Talvez seja sintomático de um conservadorismo mais geral e dominante numa sociedade afundada em religião e mediocridade. Ao mesmo tempo em que os Brothers posam de bons moços, uma Lady GaGa abusadíssima conquista cada vez mais público, confessando sua bissexualidade publicamente.
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Seja como for nenhum destes "artistas" me diz absolutamente nada.
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Eles tocam por aí, mas não fedem, não cheiram, não me comovem nem me revoltam. O que passam é que lhes sobram as atitudes, supostamente reacionárias ou ousadas. Mas falta o principal: a música.
24 de maio de 2009
Lançamento em DVD: Control (2007)
Control conta a breve trajetória artística e pessoal de Ian Curtis, o letrista e vocalista do grupo inglês Joy Division, que se tornaria um mito do rock não só pela sonoridade incomum da banda associada à melancolia ultra-romântica de suas letras, mas principalmente pelo suicídio de Curtis, aos 23 anos, em 1980, quando o grupo, à época admirado apenas por alguns iniciados, estava às vésperas da primeira excursão pelos EUA.O filme é dirigido pelo estreante Anton Corbjin, que conviveu pessoalmente com Ian Curtis no período retratado pelo filme. Corbjin foi o fotógrafo responsável pelas belíssimas imagens em preto-e-branco que transformariam o Joy Division num dos mais fortes símbolos icônicos do rock dos anos 80. Em Control ele repete a técnica, expressando sem cores a visão pessimista que Curtis tinha da existência humana. A trama baseia-se num livro escrito pela viúva de Ian Curtis, Debbie (interpretada no filme por Samantha Morton) e mostra em detalhes os relacionamentos afetivos que o artista manteve com a jovem esposa (com quem casou-se na adolescência e teve uma filha) e a amante belga, Annik Honore.
As apresentações de Ian Curtis ao vivo se dão por gestos e danças espasmódicas que de certo modo lembram a epilepsia, doença que o acometeria aos 20 anos. O desempenho do jovem ator Sam Riley no papel demonstra um envolvimento emocional e um grau de exposição raríssimos de se ver.
Control é um filme delicado, profundo, envolvente e com uma trilha sonora imperdível. Outro mérito inegável é o de fugir a todos os clichês já vistos nas biografias de roqueiros.
9 de abril de 2009
Lista: 100 Discos Gays
Em 2008 a revista americana Out, voltada para o público gay, pediu a vários colaboradores, dentre os quais muita gente notoriamente assumida, como os cantores Boy George e Rufus Wainright, que elaborassem uma lista selecionando "os 100 discos mais gays de todos os tempos".
1. Renato Russo - The Stonewall Celebration Concert (1994)
2. Cássia Eller (1994) 
3. Angela Ro Ro (1979)

4. Secos & Molhados (1973)
5. Marina Lima (1991)
6. Cazuza, Ideologia (1988)
7. Gal Costa - Fa-Tal, A Todo Vapor (1971)
Além destes clássicos gay, é claro: 8. Legião Urbana - Dois (1986), 9. NoPorn (2006), 10. Adriana Calcanhotto - Senhas (1992), 11. Rita Lee & Tutti Frutti - Fruto Proibido (1975), 12. Bebel Gilberto - Tanto Tempo (2000), 13. Textículos de Mary - Cheque Girls (2003), 14. Cansey de Ser Sexy (2005), Frenéticas (1977), 15. Fagner - Manera, Fru Fru, Manera (1973), 16. Barão Vermelho - Maior Abandonado (1984), 17. Caetano Veloso - Araçá Azul (1972), 18. Ney Matogrosso - Pecado (1977), Maria Bethânia - Álibi (1978), 20. Bojo & Maria Alcina - Agora (2003) etc...
Segue, na íntegra, a lista original da Out:





